Oxiseptic é um desinfetante de nível intermediário a base de Peróxido de Hidrogênio, indicado também para limpeza e desinfecção de superfícies e artigos não críticos em uma só etapa. É efetivo na presença de sujidade (3g/l de albumina e 3ml/L Eritrócitos)
Registrado na ANVISA
Opções de Embalagens:
Bombona 5 Litros.
Possui laudo de eficácia para Clostridium difficile esporulado em 5 minutos.
• Ação esporicida, micobactericida, bactericida, fungidia e viruscida;
• Baixo Nível de odor;
• Não irritante dérmico e ocular;
• Desinfetante de nível intermediário;
• Ação Branqueadora;
• Laudos de eficácia para diversos microrganismos, incluindo vírus e multirresistentes;
• Isento de substâncias CMR (cancerígenas, mutagênicas, tóxicas para a reprodução);
• Fabricante com Boas Práticas de Fabricação (BPF) com planta exclusiva para área de saúde.
Segurança comprovada para o Usuário, Paciente e Equipamentos.
Seu amplo espectro de ação e facilidade de aplicação o torna especialmente indica para prevenção das infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) e combate ao Clostridium difficile.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estas infecções estão entre as maiores causas de morte e aumento de morbilidade entre os pacientes hospitalizados, levando a prejuízos sociais, econômicos e problemas de estruturação nas instituições de saúde.
Oxiseptic Wipes possuí rápida ação contra Clostridium difficile, que é uma uma preocupação crescente no cenário dos ambientes hospitalares, não somente pela morbidade, mas também por seu potencial de disseminação e surtos.
* IRAS(Infecções relacionadas à assistência à saúde) também chamadas de Infecções nosocomiais ou Infecções hospitalares, são definidas como infecções adquiridas por pacientes durante o tratamento em instituições de saúde, tendo sua origem a partir do momento da internação.
Citações
“O peróxido de hidrogênio é transparente, possui aparência de água e tem odor característico, é versátil e utilizado para as mais variadas finalidades. Entre as aplicações envolvidas estão: controle de odores, desinfecção, inibição do crescimento de bactérias, etc. (MATTOS, I. L. de; et al. Peróxido de hidrogênio: importância e determinação. Quím. Nova, São Paulo, v. 26, n. 3, p. 373-380, May 2003)”.
“O peróxido de hidrogênio possui ação frente a bactérias, esporos, fungos e vírus. Agem produzindo radicais hidroxila livres que atacam a membrana lipídica, o ácido desoxirribonucléico e outros componentes essenciais à vida da célula. E é utilizado como desinfetante de superfície. (KALIL, E. M.; COSTA, A. J. F. Desinfecção e esterilização. Acta Ortopédica Brasileira. São Paulo: v.2, n.4, p.1-4, out.-dez., 1994)”.
“Alguns microrganismos têm capacidade de sobreviver por longos períodos nas superfícies, com isso o ambiente contribui na cadeia de transmissão de infecção, podendo colonizar paciente e contaminar as mãos dos profissionais de saúde de forma transitória. Nas últimas décadas diversos estudos têm demonstrado que a limpeza e desinfecção das superfícies podem impedir a transmissão de microrganismos e reduzir as IRAS. (ANELO, T.F.S.; CAREGNATO, R.C.A. Ação educativa direcionada à segurança hospitalar: limpeza e desinfecção do ambiente próximo ao paciente. Vigil. sanit. debate 2018;6(3):89-95)".
"Infecção pelo Clostridium difficile é uma preocupação crescente no cenário dos ambientes hospitalares, não somente pela morbidade, mas também por seu potencial de disseminação e surtos.
C. difficile é uma bactéria anaeróbia Gram-positiva, com grande capacidade de sobrevivência no meio externo por meio da formação de esporos altamente resistentes tanto a condições ambientais quanto a maioria dos produtos usados para limpeza de ambiente. Algumas cepas são produtoras de toxinas (toxinas A e B), as quais geram uma importante resposta inflamatória mediada por neutrófilos no cólon, resultando em diarreia, erosão da mucosa e formação de pseudomembranas.
A infecção pode causar complicações graves, como megacólon, íleo paralítico, hipotensão e choque e tem um grande potencial para causar surtos hospitalares e em outras unidades de cuidados da saúde, o que justifica a preocupação em avaliar melhores medidas de controle e tratamento, principalmente em populações especiais, como os imunossuprimidos.
Uma revisão publicada na Clinical Infectious Diseases aborda a epidemiologia, os fatores de risco, tratamento e prevenção em pacientes com alguma forma de imunossupressão" (Revolinski, SL, Price-Munoz, LS. Clostridium difficile in Immunocompromised Hosts: A Review of Epidemiology, Risk Factors, Treatment, and Prevention. Clin Infect Dis 2018 Oct 3 doi: 10.1093/cid/ciy845.
McDonald, LC, Gerding, DN, Johnson, S, Bakken, JS, Carroll, KC, Coffin, SE, Dubberke, ER, Garey, KW, Gould, CV, Kelly, C, Loo, V, Sammons, JS, Sandora, TJ, Wilcox, MH. Clinical Practice Guidelines for Clostridium difficile Infection in Adults and Children: 2017 Update by the Infectious Diseases Society of America (IDSA) and Society for Healthcare Epidemiology of America (SHEA). Clin Infect Dis 2018 doi: 10.1093/cid/cix1085)".
”As superfícies frequentemente tocadas pelas mãos, possuem maior risco de contaminação e por isso são consideradas de maior risco para transmissão de microrganismos, com isso as estratégias para limpeza e desinfecção de superfícies nos ambientes de serviços de saúde devem levar em consideração o grau e a frequência do contato com as mãos dos profissionais, o potencial para o contato direto com o paciente e o potencial de contaminação da superfície com a matéria orgânica ou outras fontes ambientais de microrganismos. (ANELO, T.F.S.; CAREGNATO, R.C.A. Ação educativa direcionada à segurança hospitalar: limpeza e desinfecção do ambiente próximo ao paciente. Vigil. sanit. debate 2018;6(3):89-95)".
“As superfícies contaminadas atuam como um reservatório de microrganismos, onde podem ser encontrados microrganismos de relevância epidemiológica como: Enterococcus resistente à vancomicina (VRE), Clostridium difficile, Acinetobacter spp., Staphylococcus aureus resistente à meticilina (MRSA) e norovírus. Considerando que ambientes contaminados apresentam um relevante impacto na disseminação de microrganismos, se faz necessário desenvolver estratégias para melhoria da limpeza e desinfecção das superfícies, com intuito de reduzir a proliferação desses patógenos. (SANTOS JUNIOR, Aires Garcia dos et al . Avaliação da eficiência da limpeza e desinfecção de superfícies em uma unidade básica de saúde. Texto contexto - enferm., Florianópolis, v. 27, n. 4,e3720017, 2018)”.
Em uma cuba limpa e seca, adicione OXISEPTIC em temperatura ambiente. Mergulhe o material limpo e seco, deixe agir por 10 minutos, e exponha áreas críticas, enxague em abundância e seque.
Oxiseptic Wipes 150 wipes permite a cobertura de até 150 m².
Para calculo do rendimento e custo benefício de qualquer produto, não podemos somente levar em conta os dados como: preço, quantidade de peças processadas ou litros diluídos.
Também devem ser avaliados outros fatores que estão relacionados ao retorno do investimento e rendimento de longo prazo, como:
• Facilidade de aplicação, diminuindo os risco de falha humana;
• Economia no uso de outros produtos para complementar a limpeza;
• Redução da contaminação cruzada, devido a descarte do wipes;
• Redução de custos com manutenção e reposição de equipamentos médicos;
• Queda no indice de Infecção Hospitalares;
• Redução riscos ocupacionais dos colaboradores;
• Apoio Técnico.
A Labnews desenvolve produtos que otimizam o rendimentos.
A Labnews foi primeira empresa a realizar laudos de Corona Virus e H5N1, para comprovar a rápida ação biocida do Oxiseptic na presença de sujidade e dar mais segurança devido à Pandemia.
Foi realizado no Laboratório de Virologia NB-2( Bisafety Level 2) da UNICAMP.
A presença de sujidade aumenta o desafio do produto e garante a função de limpador e desinfetante numa operação.
Ação biocida, de teor e estabilidade.
Os Laudos laboratoriais comprovam ação biocida sobre microorganismos, o teor dos ativos antimicrobianos e estabilidade dentro do periodo de validade. São importantes para qualificação do produto e avaliação das condições que foram realizados.**
• Staphylococcus aureus;
• Staphylococcus MRSA;
• Salmonella choleraesuis;
• Pseudomonas aeruginosa;
• Enterococcus hirae;
• Escherichia coli;
• Candida auris;
• Candida albicans;
• Trichophyton mentagrophytes;
• Bacillus subtilis;
• Clostridium sporogenes;
• Mycobacterium bovis;
• Mycobacterium smegmatis;
Segurança e Compatibilidade.
Esses laudos comprovam a segurança para o ser humano, meio ambiente e compatibilidade com as superfícies, mobiliários e equipamentos.
• Laudo de não corrosividade para tela de computador;
• Laudo de não corrosividade para matérias primas de vários materiais;
• Não Irritação Dérmica, Ocular e Inalatório;
• PH